REPUBLICA DIGITAL RD REPÚBLICA DIGITAL
O República Digital faz todos os esforços para levar até si os melhores artigos de opinião e análise, se gosta de ler o RD considere contribuir para o RD a fim de continuar o seu trabalho de promover a informação alternativa e independente no RD. Apóie o RD porque ele é a alternativa portuguesa aos média corporativos. - IBAN: PT50 0033 0000 5006 6901 4320 5
Mostrar mensagens com a etiqueta MH17. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta MH17. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

IMPRENSA RUSSA REVELA QUE A QUEDA DO MH17 NA UCRÂNIA FOI UM COMPLÔ PARA ASSASSINAR PUTIN

IMPRENSA RUSSA REVELA QUE A QUEDA DO MH17 NA UCRÂNIA FOI UM COMPLÔ PARA ASSASSINAR PUTIN



Ainda não esclareceram as circunstâncias em torno do voo MH-17 sobre a Ucrânia, o qual acabou com a vida de 298 pessoas e isso dá origem a todo tipo de explicações a respeito.

Agora, um jornal russo afirma que a queda do MH-17, foi um atentado falho da força aérea da Ucrânia para assassinar Vladimir Putin, supostamente actuando sob as ordens de um oligarca multimilionário, um argumento que levantou rumores na época e que volta a ganhar força.

Um jornal russo e um programa de televisão afirmam que o oligarca ucraniano Ihor Kolomoyskyi acreditava que Putin voltaria pela mesma rota que o MH-17 no seu jacto privado, e ordenou que assassinassem o presidente russo através dos seus contactos com o exército ucraniano, razão pela qual, um avião de combate das forças aéreas ucranianas disparou contra o MH-17 por engano.



O oligarca ucraniano Ihor Kolomoyskyi

Estas afirmações basearam-se no facto de que, após o desastre do MH-17, o piloto do avião de combate Sukhoi Su-25 que supostamente derrubou o MH17 fugiu para Dubai e o mesmo aconteceu com a controladora de tráfego aéreo que estava a cargo de controlar o voo, segundo informam o programa de televisão Moment-Istini "momento da verdade", e o jornal Komsomolskaya Pravda.

De acordo com estes meios de comunicação, foram perdidas as pistas de ambas as pessoas, que continuam com o paradeiro desconhecido.


 Sukhoi Su-25

As investigações destes meios de comunicação que o oligarca Ihor Kolomoyskyi, inimigo declarado de Putin, recebeu informação da inteligência de que o avião do presidente do Kremlin ia sobrevoar a região e aterrar em Rostov-on-Don, e ordenou que avião fosse derrubado.

Esta cidade russa é próxima do lugar do acidente, mas segundo se afirma, o plano de voo de Putin foi alterado no último minuto e o avião decidiu aterrar em Moscovo.

Putin voltava de uma viagem à América Latina no dia em que o MH-17 caiu na região da Ucrânia controlada pelos rebeldes separatistas pró-Moscovo.


Estes meios de comunicação alegam que a cabine do avião da Malaysia Airlines foi atingida por um disparo de canhão de 30mm de um avião Su-25, que supostamente era pilotado pelo tenente coronel Dmitro Yakatsuts do esquadrão de elite 299 da força aérea da Ucrânia.

Os relatórios alegam que o tenente coronel Dmitro Yakatsuts está desaparecido desde então, após viajar para Dubai.

Também afirmam que a controladora de tráfego aéreo Anna Petrenko, residente em Dnepropetrovsk, esteve a cargo do voo da Malaysia Airlines no momento do acidente, e que também desapareceu na mesma localização.
 
A imprensa russa afirma que Anna Petrenko, a controladora de tráfego aéreo a cargo do voo MH17 da Malaysia Airlines no momento do acidente "fugiu" para Dubai com o piloto do exército ucraniano que derrubou o MH17, sob ordens do multimilionário ucraniano.

"Ninguém os procura". É o primeiro caso do mundo em que uma controladora aéreo que estava a cargo do avião acidentado é enviada urgentemente em férias. Nem sequer foi interrogada", reclama o apresentador do programa de TV russo que colocou no ar a reportagem, Andrey Karaulov.

De acordo com estes meios de comunicação russos, foram encontrados os restos das cápsulas de 30mm nos corpos dos pilotos e as evidências do ataque contra a aeronave são visíveis no nariz da fuselagem do Boeing derrubado.


Aparentemente, as silhuetas do avião Ilyushin em que viajava Putin e do Boeing eram similares e isso poderia ter contribuído com a confusão.

Um especialista militar, chamado Aleksandr Shirokorad, alegou que o Boeing foi atingido duas vezes, primeiro por um foguete disparado pelo Su-25 e em seguida por um míssil terra-ar do exército ucraniano.

"É um acto criminoso, o maior crime militar do século 21", disse o apresentador de televisão Andrey Karaulov a respeito.


Tudo isto pode ser parte de uma manobra de propaganda do Kremlin, evidentemente. Mas também pode ter a sua parte de verdade.

No momento, a única certeza é que não se conhecem as circunstâncias exactas que cercam a queda do voo MH17 da Malaysia Airlines e infelizmente, é muito provável que as conclusões finais das "investigações" a respeito não tenham nada a ver com a verdade.


In anovaordemmundial.com



quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A VERDADE CHOCANTE DO MH17 ABATIDO NA UCRÂNIA ANALISADA COMPLETAMENTE PELO CORBERTT REPORT



O caso do avião MH17 das linhas aéreas da Malásia está ainda envolvido em mistérios e informações que foram entretanto classificadas como confidenciais, mas sobretudo existe uma enorme desinformação feita pela média ocidental e pelo governo dos EUA e NATO que acusou os russos de terem sido os responsáveis pelo abate do avião. Conheça muita da verdade neste vídeo exposta aqui pelo Cobertt Report.



Voo MH-17 enquanto voava sobre a Polónia, de Amesterdão a Kuala Lumpur, a12 de Abril de 2012


Havia um avião das forças aéreas ucranianas, um SU-25 à mesma altitude e na mesma zona e ao mesmo tempo que o MH17


Buracos de balas duma rajada de metralhadora no cockpit do MH17
O MH17 mudou a sua rota para uma zona de guerra, porquê ?
Caixas negras do MH17

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

ENCOBRIMENTO ? PORQUE OS MÉDIA E A ADMINISTRAÇÃO OBAMA FICARAM SILENCIOSOS ACERCA DO MH17 ?





Por Niles Williamson

Ucrânia - O silêncio ensurdecedor dos media e do governo dos EUA acerca da investigação do derrube do MH17 da Malaysian Airlines, há um mês, tresanda a encobrimento.

Nas horas e dias que se seguiram ao crash, sem uma única sombra de evidência, responsáveis dos EUA alegaram que o jacto de passageiros fora derrubado por um míssil terra-ar SA-22 disparado do território mantido por separatistas pró russo no Leste da Ucrânia. Eles lançaram uma campanha política a fim de obter duras sanções económicas contra a Rússia e fortalecer a posição militar da NATO na Europa do Leste.

Capa da 'Der Spiegel', 28/Julho/14. Apanhando a pista, os cães de ataque da CIA nos media estado-unidenses e europeus acusaram sem rodeios o presidente russo Vladimir Putin pelo crash. A capa da edição de 28 de Julho da revista alemã Der Spiegel mostrava as imagens das vítimas do MH17 circundando grossas letras vermelhas com o texto "Stoppt Putin Jetzt!" (Travem Putin agora!). Um editorial de 26 de Julho de The Economist declarava Putin como autor da destruição do MH17, enquanto a capa da revista morbidamente sobrepunha a cara de Putin a uma teia de aranha, denunciando a "teia de mentiras" de Putin.

Alguém que comparasse a demonização de Putin pelos media com o tratamento que deram a Saddam Hussein ou Muammar Gadafi tem de concluir que Washington estava a lançar uma campanha pela mudança de regime na Rússia tal como aquelas que executaram na Líbia e no Iraque – desta vez, loucamente, empurrando os Estados Unidos rumo à guerra com uma potência nuclear armada, a Rússia.

Contudo, depois de terem transformado o crash num casus belli contra a Rússia, os media dos EUA subitamente deixaram completamente de falar no assunto. O New York Times não considerou apropriado imprimir nem uma palavra sobre o crash do MH17 desde 7 de Agosto.

Não há qualquer explicação inocente para o súbito desaparecimento do MH17 dos media e da atenção política. A caixa negra do avião esteve durante semanas na Grã-Bretanha para exames e os satélites e radares militares estado-unidenses e russos estiveram a esquadrinhar intensamente o Leste da Ucrânia no momento do crash. A afirmação de que Washington não tem conhecimento pormenorizado das circunstâncias do crash e das várias forças envolvidas não é crível.

Se a evidência que está nas mãos de Washington incriminasse a Rússia e as forças apoiadas pela Rússia, ela teria sido divulgada para alimentar o furor dos media contra Putin. Se não foi divulgada, isto é porque a evidência aponta para o envolvimento do regime ucraniano de Kiev e dos seus apoiantes em Washington e nas capitais europeias.

Desde o princípio, a administração Obama nunca apresentou evidência para apoiar as acusações incendiárias de que Putin fora responsável pelo crash do MH17. No seu comunicado à imprensa de 18 de Julho, no dia seguinte ao crash, o presidente Obama declarou que ainda era "demasiado cedo para sermos capazes de imaginar que intenções tiveram aqueles que podem ter lançado este míssil superfície-ar".

Apesar de cinicamente explorar o crash para pressionar e ameaçar a Rússia, Obama advertia que "provavelmente haverá desinformação" na cobertura do crash. Num reconhecimento indirecto de que não tinha provas para apoiar suas afirmações, ele disse: "Em termos de identificação específica de que indivíduos ou grupo de indivíduos ou pessoal ordenaram o ataque, como aquilo aconteceu, são coisas que penso estarem ainda sujeitas a informação adicional que estamos a reunir".

Neste evento, a desinformação sobre o crash do MH18 veio da própria administração Obama. O secretário de Estado John Kerry prosseguiu em 20 de Julho num ataque nos media, argumentando que os separatistas pró russos e o governo russo eram responsáveis pelo derrube.

A única evidência que ele apresentou foram uns poucos dúbios "registos nos media sociais" postados na Internet. Ele apresentou registos áudio não autenticados de separatistas a falaram de um crash de avião, áudio editado e divulgado pela agência de inteligência SBU da Ucrânia, a qual trabalha estreitamente com a CIA; vídeo clips do YouTub a mostrar um camião a transportar equipamento militar não identificado ao longo de uma estrada; e uma desmentida declaração em media social a afirmar que a responsabilidade do derrube do avião atribuía-se ao líder separatista Igor Strelkov.

Muito rapidamente, a narrativa do governo dos EUA sobre o MH17 começou a entrar em colapso. Num comunicado de imprensa de 21 de Julho, a porta-voz do Departamento de Estado e antiga analista da CIA para o Médio Oriente, Marie Harf, declarou que as conclusões da administração Obama quanto ao derrube do avião foram "baseadas em informação aberta a qual é basicamente de senso comum". Desafiada por repórteres a proporcionar evidência, ela admitiu que não podia: "Sei que é frustrante. Acreditem-me, tentámos obter tanto quanto era possível. E por alguma razão, por vezes não podemos".

Depois de um mês, durante o qual Washington fracassou em apresentar evidência para apoiar suas acusações contra Putin, está claro que a ofensiva política dos governos NATO e a histeria dos media contra Putin eram baseadas em mentiras.

Se separatistas pró russos dispararam um míssil solo-ar, como afirma o governo dos EUA, a Força Aérea teria imagens na sua posse confirmando isso sem sombra de dúvida. O Defense Support Program da US Air Force utiliza satélites com sensores infra-vermelhos para detectar lançamentos de mísseis em qualquer lugar sobre o planeta e os postos de radar estado-unidenses na Europa teriam rastreado o míssil quando ele atravessava o céu. Estes dados de satélite e radar não foram divulgados, porque seja o que for que mostrem não se ajusta à narrativa cozinhada pelo governo dos EUA e os media.

O que aflorou, ao invés, foi uma série de evidências a apontarem para o papel do regime de Kiev apoiado pelos EUA no derrube do MH17. No dia seguinte ao de Kerry ter feito suas observações, os militares russos apresentaram dados de radar e de satélite indicando que um caça a jacto SU-25 ucraniano estava na vizinhança imediata e ascendia em direcção ao MH17 quando ele foi derrubado. A afirmação não foi corrigido e muito menos refutada pelo governo americano.

O denunciante da NSA William Binney e outros agentes aposentados da inteligência americana emitiram uma declaração no fim de Julho pondo em causa os dados dos media sociais apresentados por Kerry e pedindo a publicação de imagens de satélite do lançamento do míssil. Eles acrescentaram: "Estamos a ouvir indirectamente de alguns dos nossos antigos colegas que o que o secretário Kerry está a apregoar não se enquadra com a inteligência real".

Em 9 de Agosto, o New Straits Times, da Malásia, publicou um artigo acusando o regime de Kiev pelo derrube do MH17. Declarava que a evidência do sítio do crash indicava que o avião fora derrubado por um caça ucraniano com um míssil seguido por fogo pesado de metralhadora.

Se bem que seja demasiado cedo para dizer conclusivamente como o MH17 foi derrubado, a preponderâncias das evidências aponta directamente para o regime ucraniano e, para além dele, o governo americano e as potências europeias. Eles criaram as condições para a destruição do MH17, apoiando o golpe dirigido por fascistas em Kiev no mês de Fevereiro que levou ao poder o actual regime pró ocidental. Os media ocidentais portanto apoiaram a guerra do regime de Kiev no Leste da Ucrânia para eliminar a oposição ao putsh, transformando a região na zona de guerra em que foi abatido o MH17.

Após o assassínio das 298 pessoas a bordo do MH17, no qual desempenharam um papel importante ainda que por explicar, os governos e as agências de inteligência ocidentais aproveitaram a tragédia numa manobra precipitada e sinistra para escalar ameaças de guerra contra o regime Putin. O silêncio indica consentimento e o silêncio ensurdecedor dos media ocidentais sobre a questão do envolvimento de Kiev no crash do MH17 atesta a criminalização não só da política externa do establishment como também dos seus lacaios dos media e de toda a classe dominante.

O original encontra-se em www.globalresearch.ca
Este artigo encontra-se também em http://resistir.info

terça-feira, 12 de agosto de 2014

ANÁLISE CHOCANTE DO DERRUBE DO AVIÃO MH17 DA MALÁSIA. "A AERONAVE NÃO FOI ATINGIDA POR UM MÍSSIL"

ANÁLISE CHOCANTE DO DERRUBE DO AVIÃO MH17 DA MALÁSIA. "A AERONAVE NÃO FOI ATINGIDA POR UM MÍSSIL"


Por Peter Haisenko

A tragédia do MH 017 malaio continua a confundir. Os registos do voo estão na Inglaterra e são agora avaliados. O que pode vir daí? Talvez mais do que se suporia. Será especialmente interessante a gravação de voz depois de se examinar a foto do cockpit fragmentado. Como perito em aviação examinei atentamente as imagens dos destroços do avião malaio que estão a circular na Internet .

Primeiro, fiquei admirado de quão poucas fotos dos destroços podem ser encontradas com o Google. São todas de baixa resolução, excepto uma: A do fragmento do cockpit abaixo da janela do lado dos pilotos. Contudo, esta imagem é chocante. Em Washington podem-se agora ouvir pontos de vista que falam de um "erro / acidente potencialmente trágico" em relação ao MH 017. Dada esta imagem particular do cockpit isso não me surpreende de todo.

Entrada e saída de buracos de balas na área do cockpit


Recomendo clicar sobre a pequena foto à direita. Pode descarregá-la como ficheiro PDF, com boa resolução. Isto é necessário porque permitirá entender o que estou aqui a descrever. Os factos falam claro e alto e estão para além do âmbito da especulação: O cockpit mostra traços de disparos (shelling) ! Podem-se ver os buracos de entrada e saída. O bordo de uma parte dos buracos está inclinado para dentro. Estes são buracos mais pequenos, redondos e limpos, mostrando os pontos de entrada – a maior parte provavelmente de um projéctil com calibre de 30 milímetros. O bordo dos outros, os buracos de saída maiores e ligeiramente desgastados (frayed) mostram fragmentos de metal indicando projécteis produzidos pelo mesmo calibre. Além disso, é evidente que estes buracos de saída da camada exterior da estrutura reforçada de alumínio duplo estão retalhados ou inclinados – para fora! Além disso, podem ser vistos cortes menores, todos inclinados para fora, os quais indicam que estilhaços (shrapnel) saíram com força através da face externa (outer skin) a partir do interior do cockpit. Os rebites abertos também estão inclinados para fora.

Verificando as imagens disponíveis há uma coisa que se destaca: Todos os destroços das secções por trás do cockpit estão em grande medida intactos, excepto pelo facto de que restaram apenas fragmentos do avião. Só a parte do cockpit mostra estas marcas peculiares de destruição. Isto dá ao examinador uma pista importante. Este avião não foi atingido por um míssil na sua parte central. A destruição é limitada à área do cockpit. Agora é preciso considerar que esta parte é construída de material especialmente reforçado. Isto é assim porque o nariz de qualquer avião tem de resistir ao impacto de um grande pássaro a altas velocidades. Pode-se ver na foto que nesta área estavam instaladas ligas de alumínio significativamente mais fortes do que no restante da camada externa da fuselagem. Pode-se recordar o crash da Pan Am sobre Lockerbie. Houve um grande segmento do cockpit que, devido à sua arquitectura especial, sobreviveu ao crash numa peça inteira. No caso do voo MH 017 torna-se absolutamente claro que também houve uma explosão no interior do avião.

Destruição de tanque por um mix de munições

Então o que poderia ter acontecido? A Rússia publicou recentemente registos de radar que confirmam [a presença de] pelo menos um SU 25 ucraniano em estreita proximidade (close proximity) do MH 017. Isto corresponde à declaração do agora ausente controlador espanhol "Carlos" que viu dois aviões caças ucranianos na vizinhança imediata do MH 017. Se agora considerarmos o armamento de um típico SU-25 aprenderemos isto: Ele está equipado com uma arma de cano duplo de 30 mm, tipo GSh-302 / AO-17A, equipada com: um pente de 250 tiros de projécteis incendiários (incendiary shells) anti-tanque e projécteis de estilhaçamento explosivo (splinter-explosive) (dum-dum), dispostos em ordem alternada. Evidentemente dispararam sobre o cockpit do MH 017 de ambos os lados: os buracos de entrada e de saída são encontrados no mesmo de segmento de cockpit!

Agora considere o que acontece quando uma série de projécteis incendiários anti-tanque e projecteis de estilhaçamento explosivo atingem o cockpit. Afinal de contas eles são concebidos para destruir um tanque moderno. Os projécteis incendiários anti-tanque atravessaram parcialmente o cockpit e saíram do outro lado numa forma ligeiramente deformada. (Peritos forenses em aviação possivelmente poderiam encontrá-los no solo presumivelmente controlado pelos militares ucranianos do regime de Kiev – o tradutor). Afinal de contas, o seu impacto é calculado para penetrar a blindagem sólida de um tanque. Além disso, os projécteis de estilhaçamento explosivo, devido aos seus numerosos impactos, também deverão provocar explosões maciças no interior do cockpit, uma vez que são concebidos para assim fazer. Dada a rápida sequência de disparo do canhão GSh-302, isto provocará uma rápida sucessão de explosões dentro da área do cockpit num curto espaço de tempo. Recorde: cada um deles é suficiente para destruir um tanque.

Que "erro" foi realmente cometido – e por quem?

Porque o interior de um avião comercial é uma câmara pressurizada selada hermeticamente, as explosões, numa fracção de segundo, aumentarão a pressão no interior da cabine para níveis extremos ou ao ponto de ruptura. Um avião não está equipado para isto, ele explodirá como um balão. Isto explica um cenário coerente. Os fragmentos em grande medida intactos das secções traseiras romperam-se no meio do ar nos pontos mais fracos da construção, mais provavelmente sob extrema pressão interna do ar. As imagens do campo de resíduos espalhado amplamente e o segmento brutalmente danificado do cockpit ajustam-se como uma mão na luva. Além disso, um segmento da asa mostra traços de um tiro rasante, o qual em extensão directa leva ao cockpit. Curiosamente, descobri que tanto a foto de alta resolução do fragmento de bala que perfurou o cockpit como o segmento da asa com esfoladura nesse ínterim desapareceram das imagens Google. Não se pode virtualmente encontrar mais fotos dos destroços, excepto as bem conhecidas ruínas fumegantes.

Se ouvir as vozes de Washington que agora falam de um "erro / acidente potencialmente trágico", tudo o que resta é a pergunta de o que pode ter sido a natureza deste "erro" aqui perpetrado. Não me inclino a divagar muito no âmbito da especulação, mas gostaria de convidar outras pessoas a considerarem o seguinte: O MH 017 parecia semelhante no seu desenho tricolor àquele do avião do Presidente russo. O avião com o Presidente Putin a bordo estava ao mesmo tempo "próximo" do Malaysia MH 017. Em círculos da aviação "próximo" seria considerado algo entre 150 a 200 milhas [241 a 328 km}. Também, neste contexto, podemos considerar o depoimento da Sra. Tymoshenko, a qual queria abater o Presidente Putin com uma Kalashnikov.

Mas isto é pura especulação. Contudo, definitivamente, os disparos sobre o cockpit do Air Malaysia MH 017 não são especulação.



*Comandante da aviação com 30 anos de experiência. Trabalhou com o B727, DC8, B747, B737, DC10 e A340. Desde 2004 tem trabalhado como escritor e jornalista. Resumo biográfico .

O original em alemão encontra-se em www.anderweltonline.com/... e a versão em inglês em www.globalresearch.ca/...

Este artigo encontra-se também em http://resistir.info/



DIRECTAMENTE RELACIONADOS-------------------------------------------------------------------------------------------------------










Apoie o RD

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner