REPUBLICA DIGITAL RD REPÚBLICA DIGITAL
O República Digital faz todos os esforços para levar até si os melhores artigos de opinião e análise, se gosta de ler o RD considere contribuir para o RD a fim de continuar o seu trabalho de promover a informação alternativa e independente no RD. Apóie o RD porque ele é a alternativa portuguesa aos média corporativos. - IBAN: PT50 0033 0000 5006 6901 4320 5
Mostrar mensagens com a etiqueta USA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta USA. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 11 de abril de 2018

TRUMP PREPARA-SE PARA ATACAR A SÍRIA

TRUMP PREPARA-SE PARA ATACAR A SÍRIA 
Porta-aviões Harry S. Truman (HSTCSG)

Movimentos recentes indicam que Trump está a prepara-se para tomar uma acção militar contra Assad. 

Por Dave Majumdar* 


destroier de mísseis guiados da classe
 Arleigh Burke, USS Donald Cook (DDG-75)
Os Estados Unidos, juntamente com a França e a Grã-Bretanha, estão a considerar lançar um ataque militar contra o governo sírio por um suposto ataque de armas químicas contra a cidade de Douma. 

Os três governos prometeram retaliar o ataque químico contra os rebeldes sírios, apesar do facto de que é altamente improvável que o Conselho de Segurança da ONU sancione tal operação. É quase certo que a Rússia vete qualquer resolução que autorize a acção militar. Entretanto, os Estados Unidos e a Rússia votaram contra as resoluções do Conselho de Segurança de cada um sobre o estabelecimento de investigações sobre os ataques com armas químicas na Síria. A Rússia também propôs uma segunda resolução ao Conselho de Segurança pedindo que a Organização para a Proibição de Armas Químicas enviasse investigadores à Douma - que também foi vetada. 

Tensão no Conselho de Segurança da ONU 

“Independentemente do resultado da sessão de votação de hoje do CSNU queremos lembrar que ontem a Rússia e a Síria propuseram enviar imediatamente inspectores da OPAQ/OPCW ao suposto local do ataque com AQ em Ghouta oriental”, afirmou num tweet Dmitry Polyanskiy, primeiro representante permanente adjunto da Rússia na ONU. "EUA, Reino Unido e França podem provar que querem apurar a verdade apoiando este movimento." 

Ficou claro na conferência de imprensa que o Conselho de Segurança da ONU não adoptaria a resolução russa, e parece que a administração Trump está fortemente inclinada para aopção militar em conjunto com a França e a Grã-Bretanha em qualquer caso. De fato, o embaixador dos EUA na ONU, Nikki Haley, indicou que os Estados Unidos reagiriam aos ataques químicos na Síria - independentemente do que acontecesse no Conselho de Segurança. 

"A história registrará isso como o momento em que o Conselho de Segurança cumpriu o seu dever ou demonstrou a sua total e completa falha em proteger o povo da Síria", disse Haley ao Conselho de Segurança da ONU. "De qualquer forma, os Estados Unidos vão responder." 

Trump avança com acção militar 

Haley não especificou como os Estados Unidos responderiam exactamente, mas a retórica do presidente Trump indica que Washington está a considerar fortemente uma opção militar. Além disso, o presidente cancelou uma longa viagem planeada para a América do Sul para lidar com a situação na Síria. 

"Estamos a tomar uma decisão sobre o que faremos em relação ao horrível ataque que foi feito perto de Damasco", disse Trump durante uma reunião com altos líderes militares dos EUA a 9 de Abril. " E será aplicada, e será aplicada com força. E quando, eu não vou dizer, porque eu não gosto de falar sobre o timing. 

Trump reiterou que os Estados Unidos têm muitas opções militares para atacar o regime de Assad. Ele também sugeriu que o povo americano só descobriria o ataque contra a Síria depois que os Estados Unidos agirem. "Temos muitas opções, militarmente", disse Trump. "E nós vamos deixa-los saber muito em breve. Provavelmente depois do facto. 

Trump também disse que os Estados Unidos estão a chegar mais perto de aprender definitivamente qual grupo é o responsável pelo ataque de armas químicas. "Estamos a ficar claros sobre isso - quem foi responsável pelo ataque de armas", disse Trump. “Estamos a obter uma clareza muito boa, na verdade. Nós temos algumas boas respostas. 

França e Grã-Bretanha entram no combate 

Embora os Estados Unidos tenham a capacidade de agir sozinhos, os franceses e os britânicos provavelmente unir-se-ão a Washington na condução de um ataque à Síria. Se o ataque químico em Douma for confirmado, os ingleses e franceses prometeram tomar uma acção coordenada com os Estados Unidos. "Devemos nos posicionar contra o uso de armas químicas na Síria", disse a primeira-ministra britânica Theresa May numa conferência de imprensa colectiva na Suécia a 9 de Maio. 

O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que o seu país tomará a decisão de atacar a Síria em coordenação com a Grã-Bretanha e os Estados Unidos numa questão de dias. “O terceiro elemento são as linhas vermelhas definidas pela França. Essas linhas vermelhas, que são partilhadas por outras potências, não têm nada a ver com as discussões que ocorrem no Conselho de Segurança da ONU”, disse Macron ao lado do príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, segundo a Reuters. “Neste contexto, continuaremos a troca de informações técnicas e estratégicas com os nossos parceiros, em particular a Grã-Bretanha e a América, e nos próximos dias anunciaremos a nossa decisão”. 

Rússia reitera os seus avisos 

A Rússia, que insiste que o suposto ataque de armas químicas é uma farsa, está a reiterar as suas advertências anteriores de que não vai ficar de braços cruzados se suas forças na Síria forem atacadas intencionalmente ou não. "A Rússia advertiu os representantes dos EUA, tanto publicamente como por canais correspondentes, inclusive militares, sobre sérias consequências que poderiam seguir possíveis ataques [na Síria], se os cidadãos russos forem feridos em tais ataques, acidentalmente ou não", afirmou o representante permanente da Rússia na União Europeia Vladimir Chizhov disse de acordo com a agência estatal de notícias TASS. 

Tensões Altas 

Entretanto, as tensões na região estão a aquecer. As forças russas têm interceptado sinais de aeronaves não tripuladas dos EUA nas últimas semanas. Além disso, a Reuters informou que um avião de guerra russo totalmente armado sobrevoou a fragata francesa Aquitaine. Há também rumores não confirmados de que algumas forças russas foram colocadas em alerta máximo em antecipação a um ataque dos EUA. 

Entrtanto, os Estados Unidos transferiram o destroier de mísseis guiados da classe Arleigh Burke, USS Donald Cook (DDG-75) - armado com mísseis de cruzeiro Tomahawk - para o Mediterrâneo Oriental, para o que poderia ser preparativos para um ataque. Além disso, o Grupo de Ataque do Porta-aviões Harry S. Truman (HSTCSG) partirá de Norfolk na manhã de 11 de Abril, para um desdobramento programado que levará esses navios ao Médio Oriente.




Dave Majumdar é o editor de defesa do The National Interest. 
http://nationalinterest.org/feature/heres-how-trump-could-strike-syria-25310?page=2 


Tradução Paulo Ramires

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

IMPRENSA RUSSA REVELA QUE A QUEDA DO MH17 NA UCRÂNIA FOI UM COMPLÔ PARA ASSASSINAR PUTIN

IMPRENSA RUSSA REVELA QUE A QUEDA DO MH17 NA UCRÂNIA FOI UM COMPLÔ PARA ASSASSINAR PUTIN



Ainda não esclareceram as circunstâncias em torno do voo MH-17 sobre a Ucrânia, o qual acabou com a vida de 298 pessoas e isso dá origem a todo tipo de explicações a respeito.

Agora, um jornal russo afirma que a queda do MH-17, foi um atentado falho da força aérea da Ucrânia para assassinar Vladimir Putin, supostamente actuando sob as ordens de um oligarca multimilionário, um argumento que levantou rumores na época e que volta a ganhar força.

Um jornal russo e um programa de televisão afirmam que o oligarca ucraniano Ihor Kolomoyskyi acreditava que Putin voltaria pela mesma rota que o MH-17 no seu jacto privado, e ordenou que assassinassem o presidente russo através dos seus contactos com o exército ucraniano, razão pela qual, um avião de combate das forças aéreas ucranianas disparou contra o MH-17 por engano.



O oligarca ucraniano Ihor Kolomoyskyi

Estas afirmações basearam-se no facto de que, após o desastre do MH-17, o piloto do avião de combate Sukhoi Su-25 que supostamente derrubou o MH17 fugiu para Dubai e o mesmo aconteceu com a controladora de tráfego aéreo que estava a cargo de controlar o voo, segundo informam o programa de televisão Moment-Istini "momento da verdade", e o jornal Komsomolskaya Pravda.

De acordo com estes meios de comunicação, foram perdidas as pistas de ambas as pessoas, que continuam com o paradeiro desconhecido.


 Sukhoi Su-25

As investigações destes meios de comunicação que o oligarca Ihor Kolomoyskyi, inimigo declarado de Putin, recebeu informação da inteligência de que o avião do presidente do Kremlin ia sobrevoar a região e aterrar em Rostov-on-Don, e ordenou que avião fosse derrubado.

Esta cidade russa é próxima do lugar do acidente, mas segundo se afirma, o plano de voo de Putin foi alterado no último minuto e o avião decidiu aterrar em Moscovo.

Putin voltava de uma viagem à América Latina no dia em que o MH-17 caiu na região da Ucrânia controlada pelos rebeldes separatistas pró-Moscovo.


Estes meios de comunicação alegam que a cabine do avião da Malaysia Airlines foi atingida por um disparo de canhão de 30mm de um avião Su-25, que supostamente era pilotado pelo tenente coronel Dmitro Yakatsuts do esquadrão de elite 299 da força aérea da Ucrânia.

Os relatórios alegam que o tenente coronel Dmitro Yakatsuts está desaparecido desde então, após viajar para Dubai.

Também afirmam que a controladora de tráfego aéreo Anna Petrenko, residente em Dnepropetrovsk, esteve a cargo do voo da Malaysia Airlines no momento do acidente, e que também desapareceu na mesma localização.
 
A imprensa russa afirma que Anna Petrenko, a controladora de tráfego aéreo a cargo do voo MH17 da Malaysia Airlines no momento do acidente "fugiu" para Dubai com o piloto do exército ucraniano que derrubou o MH17, sob ordens do multimilionário ucraniano.

"Ninguém os procura". É o primeiro caso do mundo em que uma controladora aéreo que estava a cargo do avião acidentado é enviada urgentemente em férias. Nem sequer foi interrogada", reclama o apresentador do programa de TV russo que colocou no ar a reportagem, Andrey Karaulov.

De acordo com estes meios de comunicação russos, foram encontrados os restos das cápsulas de 30mm nos corpos dos pilotos e as evidências do ataque contra a aeronave são visíveis no nariz da fuselagem do Boeing derrubado.


Aparentemente, as silhuetas do avião Ilyushin em que viajava Putin e do Boeing eram similares e isso poderia ter contribuído com a confusão.

Um especialista militar, chamado Aleksandr Shirokorad, alegou que o Boeing foi atingido duas vezes, primeiro por um foguete disparado pelo Su-25 e em seguida por um míssil terra-ar do exército ucraniano.

"É um acto criminoso, o maior crime militar do século 21", disse o apresentador de televisão Andrey Karaulov a respeito.


Tudo isto pode ser parte de uma manobra de propaganda do Kremlin, evidentemente. Mas também pode ter a sua parte de verdade.

No momento, a única certeza é que não se conhecem as circunstâncias exactas que cercam a queda do voo MH17 da Malaysia Airlines e infelizmente, é muito provável que as conclusões finais das "investigações" a respeito não tenham nada a ver com a verdade.


In anovaordemmundial.com



quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A VERDADE CHOCANTE DO MH17 ABATIDO NA UCRÂNIA ANALISADA COMPLETAMENTE PELO CORBERTT REPORT



O caso do avião MH17 das linhas aéreas da Malásia está ainda envolvido em mistérios e informações que foram entretanto classificadas como confidenciais, mas sobretudo existe uma enorme desinformação feita pela média ocidental e pelo governo dos EUA e NATO que acusou os russos de terem sido os responsáveis pelo abate do avião. Conheça muita da verdade neste vídeo exposta aqui pelo Cobertt Report.



Voo MH-17 enquanto voava sobre a Polónia, de Amesterdão a Kuala Lumpur, a12 de Abril de 2012


Havia um avião das forças aéreas ucranianas, um SU-25 à mesma altitude e na mesma zona e ao mesmo tempo que o MH17


Buracos de balas duma rajada de metralhadora no cockpit do MH17
O MH17 mudou a sua rota para uma zona de guerra, porquê ?
Caixas negras do MH17

Apoie o RD

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner