REPUBLICA DIGITAL RD REPÚBLICA DIGITAL
O República Digital faz todos os esforços para levar até si os melhores artigos de opinião e análise, se gosta de ler o RD considere contribuir para o RD a fim de continuar o seu trabalho de promover a informação alternativa e independente no RD. Apóie o RD porque ele é a alternativa portuguesa aos média corporativos. - IBAN: PT50 0033 0000 5006 6901 4320 5

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

ISRAEL ATACA CENTRO DE PESQUISA NA SÍRIA E CAUSA 2 MORTES E 5 FERIDOS E MUITOS DANOS PARA O PAÍS

ISRAEL ATACA CENTRO DE PESQUISA NA SÍRIA E CAUSA 2 MORTES E 5 FERIDOS E MUITOS DANOS PARA O PAÍS



Mais uma vez os média ocidentais mentem e continuam mentindo, ao referirem-se que o regime de Israel bombardeou um central nuclear, ou que bombardeou um comboio de armas químicas que seriam entregues ao Hezebollah entre outras histórias, até as informações de jornais israelita negam essas informações citando antigos membros do serviços secretos, a verdade é que a força aérea israelita bombardeou um centro de pesquisas responsável para a optimisação da resistencia e defesa em Jamray na zona de Damascus. O bombardeamento fez elevados danos para a Síria e é uma clara violação do Direito Internacional que para este estado, não existe. Os israelitas também violaram espaço aéreo Líbano. Morreram 2 pessoas e 5 feridos no bombardeamento. Os israelitas, estão assim a incentivar os terroristas na destruição da Síria.


O Irão condenou o ataque e ironisou que nada terá consequências para o regime de Tel Aviv.


Referencias na imprensa independente.

 Veja aqui o vidio da invasão e violação do espaço aério da Síria - 30/01/13.



terça-feira, 29 de janeiro de 2013

UNIÃO EUROPEIA APELA A UM COMPLETO LIVRE COMERCIO SEM BARREIRAS TENTANDO RESPONDER AO PODERIO CHINÊS QUE TEM VINDO A OCUPAR SUBSTANCIAL ESPAÇO E INFLUÊNCIA NA AMÉRICA LATINA



As presidentes Dilma Rousseff (Brasil) e Cristina Kirchner (Argentina) durante cúpulaO presidente chileno,declarou: "A Europa é mais do que um dos dois principais parceiros comerciais. Nós partilhamos uma cultura com a Europa. Nós nos esforçamos por uma aliança sustentável com a UE." No início de sua visita de quase dois dias ao Chile, Merkel declarou neste sábado que o rápido desenvolvimento dos países da Celac mostra à Europa "que precisamos começar a nos mexer".

Todavia esta proposta europeia é uma reacção à crescente presença económica da China que tem vindo a ocupar áreas de negócios aos europeus na região. A Europa e a Ásia têm vindo a travar uma batalha pela conquista do mercado latino-americano, aparentemente sem que a opinião pública estrangeira se desse conta. As empresas alemãs estão cada vez mais susceptíveis à concorrência asiática.

A concorrência entre empresas alemãs e chinesas está cada vez mais acirrada. "As empresas chinesas oferecem opções de financiamento muito atractivas, com as quais não podemos competir", afirma Rafael Haddad, executivo-chefe do Brazil Board – plataforma formada por firmas alemãs que querem investir no Brasil. Além disso, diz Haddad, companhias chinesas tentam comprar cada vez mais empresas locais na América Latina.
A União Europeia e o Mercosul estão interessados em criar um livre comercio sem qualquer tipo de barreira ou proteccionismos, a União Europeia apresentou a proposta e os países do Mercosul, comprometeram-se a apresentar antes do ultimo trimestre deste ano as suas primeiras ofertas comerciais de acesso aos seus produtos ao mercado da UE, segundo adiantou no sábado à Efe o comissário europeu de Comércio, Karel de Gucht. Sobre o encontro, a presidente da Argentina Kirchner adiantou que a chanceler alemã se mostrou a favor da elaboração de uma iniciativa conjunta sobre o controlo de capitais, para apresentar na próxima reunião do G-20. "Há um consenso alargado em torno da necessidade de regular a actividade financeira, a nível global. Podemos elaborar uma proposta conjunta sobre a gestão da mobilidade dos capitais globais que tantos danos têm causado", afirmou a Presidente da Argentina. Esta questão tem sido pacífica entre as 3 mulheres - a presidente do Brasil Dilma Rosseff, a presidente da Argentina Kirchener, e a chancel da Alemanha Merkel - que discutiram esta possibilidade. As duas chefes de Estado da América latina tinham como objectivo ampliar as conversações sobre a negociação de um acordo de comércio livre entre o eixo Mercosul e a União Europeia, mas um acidente numa discoteca no Brasil obrigou a presidente deste país a antecipar o regresso ao seu país.

Angela Merkel admitiu por seu lado que vê uma América Latina mais unida e com mais auto-estima desde que Dilma Rousseff subiu ao poder. Reconheceu, porém, que o eixo Mercosul é o negociador mais difícil, sublinhando ainda que tanto a Argentina como o Brasil tinham decidido caminhar juntos no esforço da construção de laços comerciais entre os dois continentes.

De acordo com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, na sigla em inglês), os investimentos directos chineses na América Latina e nas Caraíbas subiram de 621 milhões de dólares, em 2001, para quase 44 mil milhões de dólares em 2010, incluindo os investimentos nos centros financeiros caribenhos – os chamados paraísos fiscais. Em comparação, os investimentos directos alemães na região aumentaram de 41 mil milhões para 50 mil milhões de dólares no mesmo período.


Fontes:







(4) dw.de



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

CHINA APOIA O DECRETO DO LIDER RELIGIOSO AYATOLLAH KHAMENEI'S CONTRA AS ARMAS NUCLEARES ENQUANTO AUMENTA A TENSÃO NO MEDIO ORIENTE

CHINA APOIA O DECRETO DO LIDER RELIGIOSO AYATOLLAH KHAMENEI'S CONTRA AS ARMAS NUCLEARES ENQUANTO AUMENTA A TENSÃO NO MEDIO ORIENTE




Várias personalidades chinesas apoiaram a reafirmação iraniana numa fatwa (decreto religioso) assinado pelo lider da Republica Islamica Ayatollah Seyyed Ali Khamenei que se refere à posição da pribição de armas nucleares e o seu registo em documentos internacionais.

"A china felicita a posição iraniana. O Irão é um parceiro no Tratado de Não-Proliferação (NPT). Esperamos que partes relevantes possam estreitar o dialgo e a cooperação para aumentar a confiança, e traduzindo-se em progresso o quanto cedo possível numa solução de longa duração para a questão de energia nuclear iraniana", acrescenta o porta-voz do ministro dos negócios estrangeiros Hong Lei.

Esta é uma mensage a Israel que está a levar misséis para junta das fronteiras da Síria e acausar enorme enorvesismo na região e fora dela.

A battery of the Iron Dome missile system (foreground) is seen on March 11, 2012
Israel enviou misseis para a região de Haifa junto á fronteira com a Síria, uma "jogada" que o regime de Tel Aviv classifica como de "rotina".

Entretanto as revoltas continuam sobretudo no Egipto, e nem todas são espontaneas mas manipoladas por serviços de inteligencia.

 
A noticia completa na Press TV


DOCUMENTÁRIO SOBRE A TENSÃO QUE VEM AUMENTANDO NO MEDIO ORIENTE ENTRE ISRAEL, EUA POR UM LADO E IRÃO, COM O APOIS DA RUSSIA E CHINA


PARTE 1
DESCIDA DECRESCENTE



PARTE2
DESCIDA DECRESCENTE



PARTE3
DESCIDA DECRESCENTE



PARTE4
DESCIDA DECRESCENTE


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

ARÁBIA SAUDITA ENVIA CONDENADOS À MORTE POR DECAPITAÇÃO PARA COMBATER NA JIHAD CONTRA O REGIME SÍRIO

ARÁBIA SAUDITA ENVIA CONDENADOS À MORTE POR DECAPITAÇÃO PARA COMBATER NA JIHAD CONTRA O REGIME SÍRIO

السعودية: لم نتأكد من مقتل زعيم تنظيم القاعدة
O ministro do Interior saudita príncipe Ahmed bin Abdul Aziz
Um memorando confidencial enviado pelo Ministério do Interior da Arábia Saudita revela que o Reino da Arábia Saudita enviou para o corredor da morte, os presos condenados a execução por decapitação, para a Síria para combater na Jihad contra o governo sírio, em troca de comutação das suas penas.

De acordo com o memorando, datado de 17 de abril, 2012, o Reino da Arábia Saudita negociou com um total de 1.239 detidos, oferecendo-lhes um perdão completo e um salário mensal para as suas famílias, que deveriam permanecer no Reino, e em troca de "... treino útil para o envio para a Jihad na Síria ".Aqui está a tradução do memorando:

Este é um documento emitido pelo 

 
Reino da Arábia Saudita
Ministério do Interior
Follow-up Número LOGO: 71466/J/H
anexos:
Data: 25/5/1433 H. [AD Abril / 17/2012]
 
  (Confidencial)



Sua Excelência o General Suood Al-Thnayyan
O Gabinete classíficado [secreto] do Ministério do Interior Que Deus o proteja

A paz esteja consigo e pela misericórdia e bênçãos de Deus
Em referência ao telegrama do Tribunal Real n º 112, datado de 04/19/1433 H [3 de março de 2012], referindo-se àqueles que estão presos nas prisões do Reino acusados ​​de crimes na qual a lei islâmica Sharia de execução pela espada [decapitação] se aplica , informamos que estamos em diálogo com os criminosos acusados e que estão conscientes de contrabando de drogas, assassinato, violação, e das seguintes nacionalidades: iemenitas 110, palestinianos 21, sauditas 212, sudaneses 96, sírios 254, jordanos 82, somalis 68 , afegãos 32, egípcios 94, paquistaneses 203, iraquianos 23, e quaitianos 44.

Chegau-se a um acordo com eles em que lhes será concedido o perdão de pena de morte, em troca de um salário mensal para as suas famílias que serão retidas na Arábia Saudita, versus reabilitação e treino útil para o envio para a Jihad na Síria .

Por favor, aceite as minhas saudações.


[Assinado]
Diretor de acompanhamento no Ministério do Interior
Abdullah bin Ali al-Rmezan

CC:
Autoridade de aplicação do bem comum e prevenção do proibido
Cópia para a inteligência geral

Documento original:












domingo, 13 de janeiro de 2013

FILME: EXPLICAÇÃO DA CRISE ECONÓMICA GLOBAL DE 2008 COM ORIGEM NOS EUA

FILME: EXPLICAÇÃO DA CRISE ECONÓMICA GLOBAL DE 2008 COM ORIGEM NOS EUA

Este é um filme e documentário que explica a crise económica de 2008. O desastre financeiro global, a um custo de mais de $20 trilhões, que provocou a perda das casas e empregos de milhões de pessoas. Por meio de uma pesquisa extensa e inúmeras entrevistas com pessoas bem-informadas do mundo financeiro, políticos e jornalistas, INSIDE JOB traça o crescimento de uma indústria venal e desvenda o relacionamento corrosivo que corromperam representantes do mundo da política, do mundo da justiça e do mundo académico. Narrada por Matt Damon, INSIDE JOB foi filmado nos Estados Unidos, Islândia, Inglaterra, França, Cingapura e China.


“…as long as the visitor makes no copy of the copyrighted video that he is watching, he is not violating the copyright owner’s exclusive right… His bypassing Flava’s pay wall by viewing the uploaded copy is equivalent to stealing a copyrighted book from a bookstore and reading it. That is a bad thing to do (in either case) but it is not copyright infringement.”
Embedding and watching a copyrighted video isn’t a crime.

INSIDE JOB - A VERDADE DA CRISE

Com legendas em português:

.

sábado, 12 de janeiro de 2013

SÍRIA: ESTE É UM DOCUMENTÁRIO QUE NUNCA VOCÊ VERIA NOS MEDIA OCIDENTAIS VEJA-O

SÍRIA:  ESTE É UM DOCUMENTÁRIO QUE NUNCA VOCÊ VERIA NOS MEDIA OCIDENTAIS VEJA-O 

           Este é um excelente documentário da guerra na Síria transmitido no canal russo, Rússia TV, Rússia 24, dá uma visão correcta dos dois intervenientes do conflito desde 2011. O documentário mostra como tanto o exercito sírio e o povo sírio estão unidos em defender o seu país e independência de inimagináveis e monstruosos crimes cometidos por terroristas extremistas, que operam com o apoio dos média internacionais, inteligência fornecida pelo ocidente, financiados e treinados também pelo ocidente. São indivíduos que não têm convicções politicas e não seguem sequer o procedimento da religião islâmica. O fanatismo islâmico é instrumentado pelos serviços secretos dos EUA/Reino Unido e Israel, para manipular estes indivíduos recrutados em várias partes do médio oriente. Neste caso o objectivo é destruir a Síria, o país mais democrático do Médio Oriente, mas agora tornado num inferno.






sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A ORIGEM DA CRISE DA EUROPA NO RESULTADO DO CENTRALISMO AUSTERO ALEMÃO

A ORIGEM DA CRISE DA EUROPA NO RESULTADO DO CENTRALISMO AUSTERO ALEMÃO

Por Paulo Ramires

Angela Merkel e o seu ministro das finanças Wolfgang Schäuble tem insistido numa política de cortes nas despesas públicas, cortes esses que aprofundaram a crise económica nos países do sul da Europa anteriormente beneficiados com créditos de bancos alemães.

A explicação para a crise europeia, nomeadamente a que afecta principalmente os países do sul como a Grécia, Portugal, Itália, Espanha, Chipre como também a Irlanda tiveram distintas origem, uma delas foram as políticas irresponsáveis dos governos que contraíram empréstimos a bancos alemãs sem pensarem como os poderiam pagar e as suas consequências na divida pública, isto apesar das restrições que os critérios de Maastricht impunham, os governos simplesmente pediam dinheiro deixando a divida e o défice crescerem de forma critica, hipotecando o futuro dos respectivos povos. Esse dinheiro era simplesmente aplicado em obras públicas muito duvidosas para a importância do desenvolvimento económico dos países e pouco transparente na forma como esses dinheiros foram geridos, mas não só, esses dinheiros foram antes da crise canalizados também para o sector privado que adquiria com eles bens e serviços de empresas alemãs. Esta situação deu um enorme estímulo à economia alemã que se encontrava em prolongada crise desde os anos 2000 dado ao esforço de financiamento feito com a reunificação da Alemanha. Enquanto a procura interna estagnava, tanto os bancos alemães e a industria alemã estavam felizes da vida em emprestar dinheiro e exportar bens que produziam. Os lucros de grandes companhias atingem níveis records mas quando a crise explodiu estes bancos viram-se a braços com níveis de risco elevado e não tiveram outro remédio se não reduzir dramaticamente o crédito aos países do sul. Como resultado da escassês de crédito para emprestar, a Industria alemã por seu lado viu-se em dificuldades para vender e exportar os seus produtos. Cerca de 40% das exportações alemãs têm como destino outros países da zona euro. Exportações para Espanha, Itália, Portugal e Grécia têm estado a cair já dramaticamente e a perspectiva de declínio económico para o resto da zona Euro ameaça a Industria exportadora germânica. Mas em vez de a Alemanha ajudar os seus parceiros comerciais no que toca á dívida destes e manter as importações, as políticas alemãs colocaram tanto os seus bancos como a sua Industria em sérios riscos. Angela Merkel e o seu ministro das finanças Wolfgang Schäuble tem insistido numa política de cortes nas despesas públicas, cortes esses que aprofundaram a crise económica nos países do sul da Europa anteriormente beneficiados com créditos de bancos alemães, assim os países do sul da Europa deixaram e perderam a capacidade de importar bens e serviços alemães, limitando assim as dívidas, o que é particularmente estranho em relação à corrente situação, é que a Alemanha enfrentou uma situação similar em 2008. Nessa altura quando a bolha imobiliária americana rebentou causou uma crise económica global, a descida dramática das exportações conduziu à mais profunda descida do PIB desde 1945. Muitos bancos alemães tiveram de ser resgatados devido aos seus maus em investimentos em instrumentos hipotecários estruturados norte americanos, ora estes bancos que realizaram maus investimentos ameaçaram a estabilidade financeira. No entanto a recuperação destes bancos em simultâneo em que se aplicou um enorme estímulo fiscal, aumentou significativamente a taxa da dívida do governo alemão. Mesmo assim, ao contrário de 2008, a presente política alemã, não é ajudar as vítimas do risco da globalização, é antes influenciar directamente o futuro da zona euro e dos seus membros, e aí há muita coisa que a Alemanha pode e deveria fazer: ajudar os países em crise incentivando-os a cortarem menos nas despesas públicas, estimular o crescimento alemão de maneira a aumentar as importações de outros membros da zona euro e incentivando o BCE a emprestar e a comprar divida pública. Infelizmente isto não irá acontecer, os economistas alemães e o presidente do Bundesbank, Jens Weidmann têm criticado bastante o BCE por comprar a divida soberana dos estados do sul da Europa e da zona Euro, acreditam eles que este determinado comportamento do BCE pode minar o Euro com o aumento dos títulos da dívida pública soberana dos estados membros. Esta visão por parte dos alemães é consensual, mostrando o quanto egoísmo existe hoje na Alemanha. Além disso difundiu-se também a ideia na Alemanha que os países em crise que se sobre-endividaram devem sofrer pelos seus pecados do passado esquecendo (ou ignorando) eles - os alemães - que a economia da Alemanha foi e tem sido financiada justamente devido a esses pecados do passado.

Paulo Ramires, Licenciado

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

NÃO BASTA SEREM BURROS, TAMBÉM TINHAM QUE SER CEGOS (IRONIA)

NÃO BASTA SEREM BURROS, TAMBÉM TINHAM QUE SER CEGOS (IRONIA)
                               


Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013


Por Paulo Ramires

Dizem que o socialismo/comunismo eram maus ? Será que já alguém analisou a história com todas informações na sua mão ? Aposto que não. Então agora falamos deste sistema hiper-capitalista - será que ainda o é ? Há quem diga que já não - (exploração) actual ? Então ? É claro que este sistema económico deve é ser muito melhor que o socialismo, funciona que nem uma maravilha e as pessoas estão super contentes com ele, não é verdade ? O capitalismo assumiu várias formas, capitalismo mercantil, industrial, comercial, financeiro, global e agora estamos noutro tipo de capitalismo não sei qual o nome que lhe vão dar, para mim será capitalismo de blocos comerciais, UE, EUA, BRICS, União Aduaneira (Ruassia e vizinhos) entre outros. E não há duvida que está tudo a correr lindamente, uma maravilha, pleno emprego, crescimento económico, desenvolvimento, estado social reforçado, equidade nos impostos, índice de qualidade de produção ( um bem tem vida muito curta, erros de concepção e produção e preço elevado), déficies equilibrados, balanças de transacções correntes óptimas, etc.. Querem melhor ? Então esperem pela Nova Ordem Mundial (NOM ou NWO(ing)), vai ser lindo, ai se vai. Ah mas dizem os anti-comunistas o Lenine matou muita gente. Sim é verdade, milhões !!! Mas quem é que nega isso ? Agora façam lá a contabilidade da matança dos regimes capitalistas. Sabem fazer ? Olhem só Bush/Blair (capitalistas) são responsáveis mela matança de quase um milhão de pessoas só no Iraque, e fico-me por aqui. Porque não vou contabilizar a totalidade das vitimas do capitalismo que são muito superiores ao comunismo. No entanto não se esqueçam de uma coisa, nem sempre as ideologias matam (e nem todas), quem matam são os homens. Pois é, e agora matam com drones. Agora vamos para o plano das teorias económicas. Sabe qual é o resultado da distribuição do capital ? Os capitalistas têm entre 90% a 99% da riqueza gerada, os trabalhadores entre 10% a 1%. Mas isto funciona que nem uma maravilha não é ? Magnifico! Mesmo assim os actuais ideólogos capitalistas lembrara-se, primeiro de investir sem haver produção (keysianismo), agora para corrigir a coisa impõe a austeridade (ultraliberalismo radical, mas para aumentar a confusão a escola austríaca diz que não) ás populações que não tem culpa dos erros e das inconsciências económicas e sociais da tirania capitalista. Isto é lindo que se farta não é ? Querem mais ? Então vamos a isso. Actualmente a Europa está completamente ocupada militarmente, economicamente, culturalmente e a independência dos estados não existe. Como ? Então não perceberam ? Vejam as estatísticas do consume de filmes americanos, musica e outros produtos culturais, e comparem com a produção nacional ou europeia (deve de andar em média nos 70-90% - total aculturação). Militarmente: A Europa é como um queijo suíço ocupada por bases militares por todo o lado e ainda temos a NATO. Já alguém se lembrou de ler a carta da NATO por acaso ? Leiam lá. E a politica externa dos países ? Já pensarem realmente que a politica externa dos países europeus é a dos EUA/sionismo e não a dos povos europeus. Só um exemplo: Alguém quer explicar o interesse para a Europa das sanções contra o Irão ? Os prejuízos para a Europa dessa posição não têm fim ! Querem mais ? Então olhem para o médio oriente, os regimes como o da Síria e o da Líbia eram simplesmente mais democratas que qualquer país europeu. O quê ? Mas alguém acredita nisto ? Então não vivemos em democracia, respeitamos os direitos humanos, o estado de direito ? Essas coisas que nos enfiam para a cabeça. Olhem então por exemplo para o estado dos media ocidentais. Então ? Não são independentes e isentos ? Claro que não !! As TVs são totalmente controladas pela NATO e UE/EUA que chamam os regimes de ameaças à paz (sendo eles mais democratas que os ditos "democratas" do ocidente, e os terroristas - treinados, financiados, armados e apoiados politicamente pela NATO/UE/liga Árabe/Israel/turquia - de libertadores do povo e defensores da democracia. Democracia ? Qual democracia ? Democracia não, "FREEDON", que na verdade impossibilita a própria democracia por ser incompatível com ela, lindo, isto sim é bom para as pessoas e para a humanidade, e no comunismo nem havia democracia. Mas que burros e alguma vez existiu democracia no sistema capitalista ? Digam lá afinal quais são os valores do ocidente ? Confuso ? Que ideia. Mas este sistema é uma maravilha basta pensar o quanto somos livres. Livres ? Somos livres ? Não ! Um escravo noutros tempos era mais livre que um desempregado ou sem abrigo hoje, e sabe porquê ? Porque um escravo, tinha comida e trabalho e liberdade para sonhar e pensar, hoje é impossível, hoje um desempregado/sem abrigo não consegue sobreviver, não tem acesso a alimentos, a um emprego, não pode sonhar e não pode pensar. Não pode pensar, ora essa ? Bem alguns talvez, mas os outros não, isto porque o mundo que eles acreditam que vivem é ficção. Eles pensam que podem escolher lideres políticos e escolher o seu destino, pensam que vive numa democracia e têm voz nela, pensa que o mundo real é o que é-lhe apresentado pela TV ou imprensa ou pelos políticos. Que tontos e mal informados que são, então como podem eles pensar que pensam se as mentes estão ocupadas e também controladas ? Estupidificação sabem o que é ? Vamos a ver se isto fica melhor, em África está planeada a invasão de 35 países africanos pelos EUA (capitalistas) com o objectivo de controlo (leia-se roubar) dos recursos energéticos e naturais, para quê ? Para dar ao Tio Sam(capitalista) naturalmente. Isto depois no estado em que ficou o Médio Oriente. Digam lá outra vez quais são os valores do ocidente ? Mas isto sim é que é bom, agora as doutrinas vermelhas como o comunismo e socialismo não, livra !!!

Paulo Ramires


domingo, 6 de janeiro de 2013

DISCURSO DO PRESIDENTE SÍRIO BASHAR AL-ASSAD NA UNIVERSIDADE DE DAMASCO

DISCURSO DO PRESIDENTE SÍRIO BASHAR AL-ASSAD NA UNIVERSIDADE DE DAMASCO

Presidente sírio refere-se aos rebeldes como terroristas e criminosos procurando dividir a Síria e a sociedade. Fazendo uma claro ataque ao ocidente por este estar a controlar os "rebeldes" ou terroristas.






























Eles chamam uma revolução mas as revoluções são feitas por intelectuais ... onde estão os intelectuais ?

Uma revolução é para o povo e não para aqueles que vêem de fora do país.
Os extremistas aprenderam uma nova maneira...eles vieram de todos os lados fazendo raptos e sabotagens...não são sírios, não são jiadistas, não são islamitas...são casos de terrorismo para distraírem o mundo árabe e do ocidente para enfraquecer a Síria. Eles vieram de países ocidentais.

Aqueles que estão a destruir a Síria não têm na Síria apoio, mas o povo Sírio é mais forte. A Síria é e sempre será livre não aceitará "dictates".

A relação entre a oposição e o estado é interna.

Enfrentamos uma agressão brutal externa, eles usam a Síria para destruir territórios,

Esta gente não tem politicas, não tem nacionalidade.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

POVO SÍRIO SOFRE O ATAQUE DOS TERRORISTAS DA AL-QAEDA, AGORA APOIADA, FINANCIADA E ARMADA COM MÍSSEIS PELOS EUA E NATO

POVO SÍRIO SOFRE O ATAQUE DOS TERRORISTAS DA AL-QAEDA, AGORA APOIADA, FINANCIADA E ARMADA COM MÍSSEIS PELOS EUA E NATO


 


EUA, UE reconhecem grupos terroristas da Al-Qaeda que são utilizados pelos EUA para concretizar objectivos militares, estes grupos radicais de índole islâmica foram reconhecidos pelas potencias (EUA, França e UK) como legítimos representantes do povo Sírio, ou seja na Síria quem agora legitima os governos são os EUA mesmo que esses governos sejam compostos por lideres de grupos terroristas de fanáticos e guerrilheiros islâmicos que nem gostam nem querem democracia. Quanto ao povo sírio nada podem fazer a não ser ver o seu país a ser destruído. Os EUA armaram aqueles grupos terroristas com mísseis. Ver as entrevista com a activista anti-NATO "Sirian Girl" ao INFOWARS.



 



E este é o homem que está por detrás dos grupos terroristas da Al-Qaeda, chama-se Moaz al-Khatib e é apoiado por países europeus e árabes ( Qatar ou Arábia Saudita).


domingo, 14 de outubro de 2012

PAUL KRUGMAN CRITICA LIBERALISMO DA ESCOLA AUSTRÍACA

PAUL KRUGMAN CRITICA LIBERALISMO DA ESCOLA AUSTRÍACA


Não me parece que a escola austríaca tenha argumentos fora dos partidos conservadores, aliás o papel moeda pode bem ser o padrão da produtividade resultante do trabalho e não do ouro como a escola austríaca defende.

Vejamos o que diz Paul Krugman na sua critica à Escola Austríaca [Liberal].

Ron] Paul tem se mostrado altamente consistente. Eu aposto que ninguém encontrará vídeos de alguns anos atrás nos quais ele tenha dito o oposto do que está dizendo no momento.

Infelizmente, a forma que ele escolheu para manter a sua consistência foi ignorar a realidade, agarrando-se à sua ideologia, ainda que os fatos demonstrem que tal ideologia é equivocada. E, ainda mais infeliz é o fato de a ideologia de Paul actualmente dominar um Partido Republicano que costumava ser mais sábio.

[...]

Ron Paul se apresenta como um adepto da economia "austríaca" — uma doutrina que rejeita John Maynard Keynes mas que repele com veemência quase igual as ideias de Milton Friedman. Isso porque os seguidores da escola austríaca acreditam que o "papel-moeda fiduciário de curso forçado", o dinheiro que é simplesmente impresso sem ser lastreado por ouro, é a raiz de todos os males. Isso significa que eles se opõem veementemente àquele tipo de expansão monetária que Friedman afirmou que poderia ter prevenido a "Grande Depressão" — e que foi na verdade implementada desta vez por Ben Bernanke.

Bem, uma breve digressão: na verdade o Federal Reserve não imprime dinheiro (quem faz isso é o Tesouro). Mas o Fed controla a "base monetária", a soma das reservas bancárias e da moeda em circulação. Assim, quando as pessoas falam que Bernanke está imprimindo dinheiro, o que elas querem dizer de fato é que o Fed expandiu a base monetária.

E houve, realmente, uma enorme expansão da base monetária. Após a queda do Lehman Brothers, o Fed passou a emprestar somas enormes aos bancos e também a adquirir uma ampla gama de outros activos, em uma tentativa (bem sucedida) de estabilizar os mercados financeiros. E, durante o processo, ele acrescentou vastas quantias às reservas bancárias. No outono norte-americano de 2010, o Fed deu início a uma nova série de aquisições, em uma tentativa menos exitosa de estimular o crescimento económico. O efeito combinado dessas acções foi que a base monetária mais do que triplicou de volume.

Os "austríacos", e na verdade muitos economistas de direita, tinham certeza do que aconteceria como resultado dessas medidas: haveria uma inflação devastadora. Peter Schiff, um analista famoso, que pertence à escola austríaca e que já foi assessor da campanha de Ron Paul em 2008, chegou a advertir (no programa de televisão de Glenn Beck) para a possibilidade de uma hiperinflação de estilo zimbabuano no futuro próximo.

Assim, aqui estamos nós, três anos depois. E como andam as coisas? A inflação flutuou mas, no fim das contas, os preços para o consumidor subiram apenas 4,5%, o que significa uma taxa de inflação média anual de apenas 1,5%. Quem poderia ter previsto que a emissão de tanto dinheiro provocaria tão pouca inflação? Bem, eu poderia. E de fato previ. E também outros economistas que entendem os ataques de Paul à economia keynesiana. Mas os apoiadores de Paul continuam a alegar que, de alguma forma, ele ainda tem razão quanto a tudo.

Mesmo assim, embora os proponentes originais da doutrina sequer admitam que estavam errados — segundo a minha experiência, nenhum integrante do mundo político jamais admite ter cometido um erro em relação a algo —, você poderia achar que o fato de eles terem errado tanto em relação a algo tão fundamental para o seu sistema de crenças teria feito com que os "austríacos" perdessem popularidade, mesmo dentro do Partido Republicano. Afinal, ainda nos anos Bush, muitos republicanos defendiam ferrenhamente a impressão de dinheiro quando a economia sofresse desaquecimento. "Uma política monetária agressiva pode reduzir a gravidade de uma recessão", declarou o Relatório Económico do Presidente de 2004.

Paul Krugman

domingo, 7 de outubro de 2012

NA TERRA DO NUNCA

Na terra do nunca
sábado, 06-10-2012
Público

Domingos Ferreira

A revista Forbes publicou recentemente a lista dos 400 homens mais ricos do mundo. Em primeiro lugar está Bill Gates, logo seguido de Warren Buffet. E, como já era de esperar, também lá estavam: Michael Bloomberg, George Soros, The Kock Brothers, etc. Até aqui, nada de novo. A única novidade é o facto de estas 400 fortunas terem crescido cerca de 6% face ao ano anterior, enquanto o rendimento médio da classe média nos EUA caiu aproximadamente naquele valor. Confirma-se, assim, a tendência dos últimos 30 anos de transferência de riqueza dos mais vulneráveis para 1% da população mais rica.

Vem isto a propósito das afirmações do adviser do Governo quando afirma que "os empresários portugueses são ignorantes", pois estes não perceberam o alcance dos benefícios da TSU. Muito embora quer o adviser do Governo, quer o próprio primeiro-ministro conhecessem um excelente estudo realizado por vários investigadores da EEG da Universidade do Minho, onde se demonstravam os efeitos profundamente recessivos desta medida, optaram lamentavelmente por ignorá-lo. António Borges mostra uma profunda ignorância acerca da evolução da ciência económica quando defende a implementação destas medidas de austeridade. De facto, não só Ben Bernanke e Christy Romer, prestigiados economistas, como também o MIT, a Universidade de Harvard e de Princeton, a FED e o próprio FMI constituem-se hoje como os "novos keynesianos". Curiosamente duas das maiores autoridades mundiais em política monetária da Universidade de Chicago, designadamente Milton Freedman (em A Theorical Framework for Monetary Analysis), bem como Anna Jacobson Schwartz (em A Monetary History of the United States) acabaram por partilhar posições comuns com Keynes no que se refere às recessões. A tudo isto soma-se uma vaga de estudos produzidos por uma imensa plêiade de jovens excelentes economistas sobre política orçamental que no geral confirmam que o estímulo orçamental é eficaz e determinante na retoma económica. Por conseguinte, a solução para a resolução da crise deverá ser efectuada através do foco no crescimento e no emprego e não no défice como defende António Borges. Talvez valesse a pena a este fundamentalista do mercado estudar o manual Economics, de Paul Samuelson. Escandalosamente, este Governo e o seu adviser pretendem também a privatização da lucrativa CGD, apesar desta nada ter a ver com a crise do país. Os tubarões, cheirando-lhes a sangue na água, posicionam-se já para retalhar a presa. Tudo com a cumplicidade de gente "muita séria" que expressa opiniões que são consideradas muito respeitáveis (todavia, ao serviço dos mais poderosos e influentes), subtraindo aos portugueses, através de duvidosos processos de privatização, um lucrativo espólio. Claro! Tudo em nome da competitividade e do reajustamento.

Como é possível que os portugueses permitam isto? Mas vale a pena colocar a questão: por que razão este economista defende estas posições? Pela simples razão que os economistas da esfera dos partidos conservadores não querem ver os Governos envolvidos na economia. De acordo com esta perspectiva, as recessões resolvem-se naturalmente pelas leis do mercado. O que é absurdo, como mostrou a crise financeira de 2008. Porém, o que eles não querem dizer é que o sucesso da intervenção do Estado na resolução da crise (à semelhança de 1930), para além de provar que estes sempre estiveram errados, representa também uma ameaça aos seus interesses. Por conseguinte, combatem ferozmente as intervenções do Estado nem que isso represente lançar milhões de pessoas no desemprego com o falso argumento de que as medidas de austeridade irão estabelecer a confiança nos mercados.

Todavia, não só a confiança dos mercados não foi restabelecida como também a economia se encontra em depressão acelerada. A cegueira ideológica é tal que os líderes da UE insistem no caminho para a "terra do nunca" com mais um pacote de brutais medidas que resultará inevitavelmente em novos impostos no próximo ano. Assim, dado que programa de reajustamento falhou, o Governo devia apresentar de imediato a sua demissão, bem como os líderes da UE e os alemães deviam deixar Mario Draghi e o BCE fazer aquilo que deve ser feito. O mais grave é que, em resultado do desespero da populações, os populistas e demagogos não perdem tempo e ameaçam já tornar independente a Catalunha, a região mais rica de Espanha, e a Baviera, a zona mais rica da Alemanha, o que abrirá uma caixa de Pandora que implodirá a UE, colocando sérios riscos quer à paz na Europa, quer à paz mundial.

«o texto constante desta página foi gerado automaticamente por OCR (Optical Character Recogniser), pelo que é passível de conter gralhas ou erros ortográficos resultantes dessa conversão.»

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O FANATISMO ULTRA-LIBERAL NA ESSÊNCIA DO PROBLEMA DA CRISE EUROPEIA

O FANATISMO ULTRA-LIBERAL NA ESSÊNCIA DO PROBLEMA DA CRISE EUROPEIA
 

Análise:

Por Paulo Ramires.
Licenciado em Gestão pela Universidade do Algarve.
Investigador em Politica Internacional.

Dado o elevado índice de desemprego que se vem registando na Europa e em particular nos países do sul, vários sectores ultra-liberais, banqueiros e o próprio BCE têm vindo a surgir como solução - não se sabe muito bem para quê - a redução dos salários nos países do sul, mas é de facto incompreensível como dirigentes com grandes responsabilidades podem dizer tal barbaridade só explicável por uma prática cega de crença ideológica, ou seja para o BCE o problema do elevado índice de desemprego é a retribuição do trabalho. Errado.  Não é de facto honesto pois o elevado e exponencial índice de desemprego que contribuiu praticamente para o fim do modelo social que funcionava bem, ou com a baixa competitividade e produtividade europeia, tem origem em políticas recessivas que impuseram e impõem a austeridade de índole ultra-liberal que arruína e estão a arruinar a Europa e por consequência o resto do mundo, isto é de facto evidente e está à vista de todos. O impacto destas políticas é tal que colocam em causa o próprio Euro e a soberania dos estados, em particular os do sul. O problema da Europa não é a Grécia mas sim a Alemanha e certos países do norte da Europa que não têm qualquer consciência solidária ou social, o que provoca certos atritos entre países, e pode-se afirmar já dividem a Europa entre norte e sul. Existe de facto um fanatismo ideológico ultra-liberal no norte da Europa e nas instituições da União Europeia que é imposto à Europa como o modelo de desenvolvimento ideal, mas nunca resultou nem nunca resultará e vai havendo muitos a dizerem que estas receitas não funcionam, mas antes agrava a já adiantada crise. A dramatização exclusiva com o défice não é também muito compreensível, pois EUA, RU, Japão têm défices ainda mais elevados que os países europeus e não estão a adoptar estas políticas de austeridade completamente radicais só por causa do défice. E mesmo com essas políticas estão a falhar em toda a linha esses objectivos e a fundamentalista Troika composta pelo FMI, BCE e comissão ainda dizem para flexibilizar mais o mercado de trabalho e as leis laborais e para se aumentar o tempo de trabalho sem a devida compensação remuneratória. Não existe qualquer intenção de corrigir os erros, mas sim de seguir em frente cegamente e de forma irracional.

domingo, 8 de julho de 2012

A IMPORTÂNCIA DO BANCO CENTRAL EUROPEU PARA RESOLVER A CRISE DA DIVIDA

A IMPORTÂNCIA DO BANCO CENTRAL EUROPEU PARA RESOLVER A CRISE DA DIVIDA

 

Sábado, 7 de Julho de 2012

Por Paulo Ramires
A questão da divida pública e os fundos europeus do Euro.

O BCE deveria financiar os estados de forma directa a taxas vantajosas, no entanto, o BCE não o pode fazer, está impedido de finaciar os estados pelos tratados (tratado de Lisboa, art. 123º) assim enquanto esta formula que regula o BCE não for alterada e tudo indica que não será, o que se deveria fazer para contornar este problema seria atribuir uma licença bancária ao Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) de forma a que este possa receber dinheiro do BCE e emprestar depois aos estados, assim contornar-se-ia esta dificuldade inscrita nos tratados, como a princípio foi estabelecido, pelos estados membros do euro,  mas com grande resistencia da Holanda e Finlandia que continuam a dizer não, provocando o caos na Italia e Espanha que pedem para beneficiar deste fundo. Se as coisas correrem bem o MEE deverá entrar em vigor com uma capacidade inícial de 500 mil milhões de euros, este fundo estava previsto para entrar em vigor logo a 1 de Julho para combater a crise da zona euro, mas quanto a mim isto não é suficiente, pois só a divida italiana é de cerca de 2 bilhões de euros e o actual fundo de resgate é de 400 mil milhões de euros.
Mas o que irá fazer este fundo de resgate agora com 500 mil milhões de euros ? Irá recapitalizar a divida dos estados ou dos bancos ? Falou-se e fala-se cada vez mais na mutualização das dividas e da mutualização dos custos dos bancos, o próprio PS defende esta ideia, mas agora eu pergunto, se será muito justo estar a pagar os custos dos bancos espanhois, italianos, possivelmente de outros estados, mesmo que isso possa ter efeitos positivos nos mercados ? Uma possível solução seria a partilha desses custos em função de uma precentagem do PIB, a partir dai já seria partilhado pelos parceiros europeu. Mas mesmo assi exitem paises que não querem.

Apoie o RD

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner